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Nossa... Nem percebi que se passou tanto tempo do último post... Todos os dias eu escrevia alguma coisa, seja no diário no word, seja em papel, mas a correria me impedia de colocar algo aqui. Também, confesso, tenho passado por um momento meio reclusa. O que não significa que não tenho saído, apenas que, bem, sabe qd não temos vontade de conversar? Qd o silêncio parece tão doce, tão sereno, tão bom? Foi mais ou menos isso o que acontecera... Falar aqui, para mim, ainda que por meio da escrita, significa falar mesmo, gritar às vezes, mas, ainda assim, falar. E eu estou num momento de pensar, pensar, pensar, pensar.
Eu até me lembro de ter ouvido falar uma frase atribuída a Gandhi dizendo que, para ele, o silêncio era uma necessidade física e espiritual. Poucas foram as vezes em que me senti tão à vontade com uma frase, tão certa de que ela era certa, tão com vontade de dizer: "taí, isso é uma grande verdade!" ou "nossa, essa é a minha frase!", heheheh. Ainda estou assim, mas passei a semana toda pensando que deveria voltar para cá, para escrever. Agora, então, tenho mais alguns motivos para isso...
O que eu tenho feito? Ah, estudado... Estudado um tanto. Por incrível que pareça deixei um pouco meu escritório de lado. Fez parte do meu momento de reclusão... Dado aulas. Acho que esses foram quase os únicos momentos em que sai de verdade, em que falei muito. Feito as coisas do casamento. Comprei quase todo o enxoval; compramos nossa casa (ufa!); estamos vendo as coisas de reforma (será que dá tempo?) e por aí vai. Ainda não escolhi meu vestido de noiva. E fiquei por muito tempo pensando se isso não seria uma espécie de "sinal". :) Será que o fato de eu não conseguir me decidir, não ter um vestido, de querer um vestido que não se pareça com um vestido de noiva não significa, em um aspecto inconsciente, que eu não quero me casar? Que eu não quero ser noiva? :D Bem, depois de muito pensar, percebi que, de uma forma, sim, eu tenho medo. Na realidade, não de me casar, mas do que um casamento representa: efetivamente, ser uma pessoa adulta, declarar que meus pais são velhos, que eles vão morrer, que, de alguma forma, não seremos mais uma família, que eu vou perdê-los, um dia, e que hoje eles estão passando pelo que meus avós (que já morreram) passaram. Tudo, enfim, gira em torno da efemeridade da vida, meu único medo.
Mas em relação ao meu casamento? Percebi que, na realidade, não me vejo muito como noiva simplesmente pq não me vejo sem meu noivo, simples assim. Para mim não parece fazer muito sentido uma festa ou um casamento, já que nós estamos juntos... Estranho... Para mim, foi estranho. Parece apenas que ele já é meu marido há muuuuiiiito tempo.
Bem, seja como for, apenas para ver que, um dia, uma hora, um minuto, fazem muito a diferença: essa semana eu viajei. Fui comprar parte do meu enxoval. Foram apenas 2 dias. Ao chegar, um casal de amigos havia se separado, o chefe do meu dignissímo pedira demissão, o apartamento de meus pais foi vendido e o meu consorte descobrira que está com câncer...
E agora resta respirar fundo e continuar...
Monografia entregue. Faltam nota e o diploma. O artigo foi aprovado e muito bem considerado. E a minha apresentação no Congresso foi legal. Claro, como eu não era mesmo ninguém, me deram o menor tempo e o pior horário. Depois pediram para diminuir ainda mais e tive de cortar muita coisa... Só porque sou boazinha! A sensação com que eu fiquei foi que acharam que me prestavam um “favor”. Acho até que ouvi isso de alguém...
No escritório as coisas estão meio paradas. Coisas que eram para ser, não foram. Minha sócia é uma enrolona e eu uma condescendente: todos os dias me arrependo de alguma coisa. Deveria ser mais forte, deveria brigar mais, deveria tomar conta de tudo sozinha, ser mais empreendedora, não deveria ter feito o que fiz! Estou meio apática por causa disso.
Do casamento, fechados cerimonial, igreja, local da recepção, decoração da igreja e da recepção, convites, buffet, bolos, doces, fotografia, salão de dia da noiva, iluminação e DJ. Faltam: roupas dos noivos, lembranças, filmagem, músicos da cerimônia, carro, manobristas, lua de mel. Do enxoval providenciei toalhas de mesa, jogos americanos, toalhas de banho, colheres de pau, lençóis de cama finos, além de porta-talheres, comprado em Recife e Fortaleza. Faltam os materiais do dia-a-dia, a serem comprados por aqui mesmo ou
Mas se antes eu estava chateada com o negócio do buffet, hoje estou chateada com um item que é muito mais essencial: a casa! Não sei mais o que faço!! Já pensei adiar o casamento por um ano, só pra resolver essa questão. Tirando o convite, o resto tudo se resolve...
Bem, sempre pensei que me casaria estando com a vida um tanto resolvida. Ledo engano. Mas só decidi casar porque minha eterna companhia cismou que já tinha uma casa para nós dois morarmos. Se quem casa quer casa, as duas coisas essenciais para um casamento estavam resolvidas: os noivos e a casa! Festa, comemoração, utensílios não são imprescindíveis, pois os primeiros não precisam ser feitos e os utensílios vêm com presentes e com compras, aos poucos...
Então, tínhamos onde morar. Mas.. sempre há um mas: o lugar é longe de onde moro; longe dos parentes, do trabalho, dos amigos. Eu, particularmente, achava que se a casa estava pronta, e era um lindo apartamento de
Tanto pais quanto futuros sogros e amigos foram peremptoriamente contra. Deveríamos encontrar um lugar mais perto, que não pegasse tanto transito! Poderíamos aproveitar a valorização do imóvel e comprar um no plano e, desde que ficamos noivos, estamos procurando! Então, deixamos de ter casa... Mas até aí, tudo bem, havia tempo, disposição, muitas opções. Sabíamos que trocaríamos um apartamento de
Mas não seriamos nós a comprar o imóvel. Os pais do meu digníssimo é que o comprariam (foram eles que compraram o outro apartamento para o noivo, claro). Começamos nós mesmos a escolher e em algum momento foi decidido que eles é que se responsabilizariam por isso e, desde então, não sei mais o que faço! Se antes nós possuíamos um lugar para morar, hoje cada vez menos eu sinto ter isso. Já vimos trucentos apartamentos, já escolhemos diversos, que poderiam ser bons, que poderiam ser adequar às nossas necessidades, que estariam dentro de um orçamento possível. Sempre há alguma coisa. Eles não gostam (eles não gostam?! São eles que vão morar???), eles gostam de um que está fora de cogitação (não consideram valor de condomínio, é longe de supermercado e padaria), de um que exige que seja completamente refeito (putz, estou há 4 meses de me casar!!), gostam e deixam o corretor esperando (para fazer doce... uma besteira!) e ele vende para outro (claaaaaarrro!!! Se o apartamento está para vender, é para VENDER!!!). Gostam, mostram aos noivos, o lugar é aprovado e... aparecem outros compromissos que impedem a comprar
Conclui minha monografia da pós (agora a bola da vez é com o meu orientador). Conclui um artigo para uma revista (agora falta só eles me responderem) e estou quase terminando meu discurso da semana que vem. Por outro lado...
Hoje completam exatamente 6 meses para a loucura que eu vou cometer em agosto: meu casamento! E quanto a isso esta semana eu vivenciei tristezas e alegrias. Tristezas: buffet e local são itens que me vêm dando dor de cabeça desde o início. Em relação ao local, primeiro era um preço; depois outro (o dobro!); depois não incluía cadeiras; depois incluía. A única razão porque eu deixei para lá isso foi pq minha eterna companhia adorou o lugar e, parece, meu futuro sogro tb (pq foi ele que fez algumas coisinhas para ficarmos por lá). Mas eu meio fiquei com pé atrás com eles. Para complicar, ele era fechado com um buffet, até então desconhecido. Eu não gostei muito do dono buffet, apesar de haver gostado muito da secretária. Mas o preço oferecido era imbatível. Pesquisei e não encontrei grandes problemas com eles. Fizemos uma degustação (foi boa) e as coisas de que não gostamos tiramos. Mas aí algumas coisas que eles falaram na 1ª entrevista não tinham no contrato final: toalhas, número de garçons, roupa dos garçons. E ele não queria fazer welcome drink (que eu queria que tivesse) – ah, isso é para uma grande festa! Depois de eu pedir: ah, ta, a gente faz, sim. Não tem problema. Depois acabou o contrato entre eles e o local do evento. Outra empresa vai ficar no lugar. Aí eles não iam mais fazer. Mas agora: ah, eles vão fazer! E então eu fico com o pé atrás para saber se eles irão fazer tudo direitinho, mesmo (até porque o contrato, putz, não tem nada!). Tudo isso pode ser bem normal e não causar grandes problemas. De fato, não são grandes os problemas. Mas, por exemplo, não tenho cara para falar com meus pais do que está acontecendo, pq, desde o início eles chegaram e falaram: “não faça pesquisa quanto a esses itens, feche logo com fulano e beltrano” e aí a cada vez que eu contava algo, eles diziam: “já falei para vc, bla bla bla”. O problema é que só o buffet fulano, para 250 pessoas, era mais que o preço que eu contratei para 300 pessoas no local e no buffet anterior, juntos! Mas alegrias: decoração, fechada; foto e convites concluídos os orçamentos!
E a semana que vem vai ser maluca no trabalho, porque além do Congresso, ficaram para ela (ainda a serem marcadas) 03 mediações. Uma é institucional. Ou seja, é uma outra instituição (Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem Empresariais) que organiza e contrata o nosso escritório, porque eles não têm mediadores, só árbitros. Assim, toda a organização é por parte deles e isso deixa a gente meio presa: não temos como mexer livremente na agenda, há pouca possibilidade de mudanças. Só sabemos que será na semana que vem, porque já foi dado entrada no procedimento interno.
As outras mediações são particulares e de uma mesma pessoa. Sabe aquelas pessoas que por onde andam arranjam conflitos? Pois é essa pessoa! Já estou quase me arrependendo de haver aceitado! A pessoa liga para o escritório durante a noite, fim de semana!! Como as sessões dependem da aceitação da outra parte, cheguei ao cúmulo de achar bom alguém não haver aceitado participar!! Mas... Duas pessoas aceitaram! Dois conflitos diferentes! Um referente a um problema com um carro e o outro de um imóvel lá pélas bandas de minas. Por causa de todas essas confusões em um terceiro caso coloquei o preço do serviço nas alturas. O objetivo era que ele não aceitasse, mesmo. Mas se aceitasse pelo menos seriamos compensadas pelo trabalho! Xiii... será que assim estou prejudicando minha imparcialidade? É complicado... Mas acho que não. Uma coisa é achar que alguém se envolve em conflitos demais. Outra é achar, de antemão, antes de ouvir a ela e a outra parte, que ela não está certa.
Eu estou enrolando para concluir minha monografia. Sem nenhum motivo, apenas porque não estou com saco para escrevê-la. Falta-me inspiração! Estou também enrolando para escrever meu texto que apresentarei no congresso. Daqui a 02 semanas... Motivo? Falta de inspiração, também. Vê se pode!! Inspiração, rá!!
Na realidade, o que eu estou fazendo é perdendo tempo, literalmente, fuçando nos orkut da vida, vendo youtube, olhando vestidos e mais vestidos, passeando no google. E o que eu deveria estar fazendo era ler... Estudar. Escrever. Mas... o que eu queria mesmo era descobrir como ficar como uma dessas moças sexys, com espartilho, boca vermelha, cabelo curto.
Ai, como eu queria...
Que horas são? 12:00 de 01.02.2008
Quantidade de velas no seu último aniversário? Não houve velas no meu último aniversário...
Tatuagem? Não.Piercing? Não
Já foi á África? Não, mas ainda vou.
Já ficou bêbado? Bem.... acontece nas melhores famílias...
Já chorou por alguém? Já.
Já esteve envolvido em algum acidente de carro? Já.
Peixe ou carne? Batata!.
Musica preferida? What´s a woman. Vaya com Dios
Cerveja ou champanhe? Champagne... Mas melhor bebidinhas doces, com vodka... Bem de mulherzinha
Metade cheio ou metade vazio? Cheio....
Lençóis de cama lisos ou estampados? Lençóis lisos, mas edredons e colchas estampados.
Filme preferido? Não há. Gosto de assistir a comédia, aventura, suspense, policial. Não sou fã de filmes baseados em historia real, nem com fundo moral, nem filmes com crianças e cavalos.
Flores? Sim! O mais perfumadas possíveis..
Coca-cola simples ou com gelo? Simples, sem gelo, sem limão. Gelada (mas eu posso mudar)
Quem te enviou este e-mail? Juliana. A juliana..
Quem dos teus amigos vive mais longe? Muitos amigos meus vivem longe, meus parentes estão todos longes. Só estão perto os amigos mais recentes e atuais e a família nuclear (papi, mami, irmanitos)
O melhor amigo? Eu poderia dizer meu noive. Mas tem tb najara e minha mãe.
Quem você acha que vai responder este e-mail + rápido? Vixe... acho que ninguém... O pessoal é muito ocupado!
Quantas vezes você deixa tocar o tel antes de atender? O necessário para encontrá-lo em um algum lugar.
Qual a figura do seu mouse-pad? Não tenho mouse pad
Cd preferido? Não há.
Mulher bonita? Não sei o nome
Homem bonito? Muitos, muitos...
Pior sentimento? Desesperança.
Melhor sentimento? Felicidade.
O que uma pessoa não pode ter para estar com você? Ignoro pessoas vazias, falsas, deslumbradas, que a toda hora ficam falando da loja X ou Y ou que fulano é engenheiro, filho de político, se deu bem na vida e etc e tal.
Primeiro pensamento ao acordar? Acordei.
Se pudesse ser outra pessoa, quem seria? Eu gostaria de ter o poder de ser várias pessoas. Só para saber como é. Mas gostaria sempre de poder voltar a ser eu mesma.
O que nunca tira? Não há nada que eu nunca tire. Até as alianças eu vivo tirando...
O que você embaixo da cama? Atualmente, acho que sapatos e poeira.
Uma frase? Não consegui imaginar uma...
Que dia é hoje? 01/02/2008
Que livro você esta lendo? O enteado, de Juan Jose Saer
Uma saudade? De tudo o que poderia ter sido e não foi.
Uma característica? Calada (mas existem várias outras)
Pessoa(s) ou algo importante na sua vida? Algo importante: meu trabalho... Pessoas importantes: minha familia, meu noivo.
Encerrei um livro, um manual, para o qual fui contratada (eu e minha sócia). Sabe aquela história de parto? Bem, eu não sei como é não, mas poderia até dizer que esse trabalho foi um parto! Desde o ano passado, outubro, que estamos trabalhando nele e é uma tal de confusão daqui, confusão dali. Havíamos concluído o livro em 19.11. Deu problema, briga com não sei quem (alguém que, no futuro, poderá realmente causar problemas. Por que há pessoas assim no mundo?), problemas com contrato e lá vai o diabo a quatro. Brigamos muito e, meio de pirraça, falamos que iríamos então revisar todo o livro. E essa revisão me levou dezembro e agora quase todo o janeiro.
É bem verdade que houve um recesso no meio, mas como o dito cujo não saiu da minha cabeça, então não conta. Toda semana eu prometia a mim mesma que seria a última semana fazendo esse trabalho. Ledo engano. Entrou semana, saiu semana, e nada de eu concluir a minha parte, nem de minha sócia concluir a dela. Entrei meio numa neura: só faço outra coisa quando concluir esse trabalho! Problemas quanto a isso: nem preparei meu plano de aulas, não fiz o orçamento de 2008, não escrevi minha monografia da pós, não escrevi um artigo para ser publicado em março (que eu deveria fazer), não organizei minha apresentação num congresso que vai haver este ano, não comecei as negociações para uma parceria com outra empresa, não ganhei nenhum puto e por aí vai...
E então, hoje, às 11 horas, eu finalizei a minha parte! Graças a Deus! E nem quero mais ver esse negócio, não quero ler, revisar, olhar, analisar, nem receber comentários. Cansei completamente desse serviço de tal forma que qualquer que seja o valor, cheguei à conclusão que não valerá a pena... Bem, vai ser um valor até que razoável, sim (se deus quiser, pago minhas as contas de fevereiro), mas ô trabalhinho chato esse, hein! Nem sei mais se quero escrever livros, outro sonho meu de infância, hahahaha.
E agora eu tenho de correr com todas as outras coisas que eu deixei de lado antes. E verificar o próximo passo. Havia tanta coisa e eu não sabia como começar que decidi simplesmente escrever todas (ou quase todas) as obrigações na agenda, numerando-as, colocando o nú colocando o nnumerando-as cidi simplesmente escrever todas (ou quase todas) as obrigaçmero num pedacinho de papel para sortear o pedacinho e saber o que fazer primeiro: fechar decoração, começar orçar vestidos, resolver pendência de banco, falar com marcelo sobre congresso, fazer 02 capítulos da monografia da pós-graduação, preparar aulas, concluir lista de convidados, escrever no blog, escrever o artigo para a revista, atualizar currículos, fazer compras, colocar o cachorro para fora (ops, essa não..)... Bem, e cá estou eu, concluindo o item 06 da agenda e quase indo lavar a louça, ou fazer uma caminhada, ou tomar banho, o que for sorteado primeiro.
Para não dizer que não conclui nada nesse período, terminei de ler o livro “Ética Prática” de Peter Singer, no qual o autor analisa a colocação prática de uma ética utilitarista em questões como igualdade, discriminação, aborto, eutanásia, experiência com animais, desobediência civil, meio ambiente, refugiados e outros. Esses “outros” é que pega. O livro foi bem escrito, eu praticamente não tenho contra-argumentações que não possam ser questionadas por outras argumentações já presentes no próprio livro, o que me leva a crer que eu sou mesmo muito ruizinha e estou ficando cada dia mais burrinha. Meu próximo passo, no caso, seria ler mais filosofia, ética... Ou cair de cabeça em Guattari para pensar num mestrado. Mas... Sempre tem um mais...
Em relação à novela do post passado, cheguei à conclusão que eu sou uma grande idiota e que, por alguns momentos, acabei indo de encontro a mim mesma. Tolices e asneiras. Em verdade, pouco me importa o que qualquer outra pessoa possa fazer e essa história de fidelidade é uma grande balela (que me adianta estar com um grande santinho que só pensa em outra? Que diferença real existe entre olhar, beijar, masturbar-se, fazer sexo? Nenhuma, para a nossa cabeça, que responde da mesma maneira, havendo desejo). Eu não tenho o direito de controlar qualquer pessoa que esteja fora de mim. Eu não teria o direito mesmo de me controlar, mas, ... considerando as brigas entre id, ego e superego, essa é uma violência que eu me faço, para o bem da sociedade, da família e do status quo dominante. Ou não... Afinal, que diabos esse povo tem a ver comigo? Quanto a isso, o próximo passo seria conseguir conversar com o meu noivo. Mas, confesso, esse é um ponto negativo do nosso relacionamento, eu me tornei mais “tímida” com ele, do que com os anteriores. Eu tentei esses dias, mas... não deu. Ele até que tentou que eu me manifestasse a respeito (o que me deixou com uma graaaannnde pulga atrás da orelha). Também não vou me preocupar com isso, tenho mais o que fazer, como realmente planejar minha traquinagem especial de ano. Talvez esse seja um bom próximo passo a fazer...
Ou então, o próximo passo realmente digno de ser feito é passar mais de 04 horas dançando, quase como eu fiz fim de semana passado. Maravilhoso! Adorei! Só falta repetir...
Retorno de férias, bronzeado claro, dourado, pele suave, cabelo divinamente ondulado, quase sexo na praia, por entre pedras e uma vontade grande de voltar, de recomeçar, de agir, de fazer. Férias fazem isso com as pessoas, não fazem? Uma nova disposição de vida, de mundo, uma vontade de trabalhar, de fazer com que as coisas andem e dêem certo.
Ao mesmo tempo, uma vontade louca de realizar uma fantasia... Um pecadinho... Uma coisinha à toa... Eu havia até desistido de fazer, ficava antes pensando “oh, meu noivo não merece isso. Ele é um cara tão legal!” ou “vou começar uma vida adulta justamente agindo imaturamente? Como adolescente?” ou então “eu aproveitei bastante como solteira...”. Bela maneira de demonstrar que estou pronta para uma vida a dois... Putz... Só a dois? Fico imaginando isso em dez, vinte anos...
De qualquer forma, meu digníssimo noivo tirou um peso de minhas costas. Admitiu que deverá sair com os amigos, para uma “despedida de solteiro”, em que deverá visitar um... bordel?... uma casa de shows?.. não me lembro bem... Completou que “eu nunca trairia você” e que gostaria que eu soubesse ou de deixar as coisas claras, não me lembro bem. Confesso que, na hora, me magoou muito saber disso. Nunca me trairia? Será realmente que ele acha que eu acredito nele? Esse é um dos motivos... Ah, deixa para lá que não vem ao caso.
Eu fiquei magoada pelos mesmos motivos por que antes argumentava que eu não faria algo parecido. Lembro quando sugeri que fôssemos a uma casa de swing (troca de casais), para brincar, apenas, e ele respondeu que não, que não gostaria de “outro” me tocasse, tinha receio de que algo em nosso relacionamento mudasse. Como ele acha que eu me sinto sabendo que ele vai tocar outra? Ou vai se divertir com outra? Será que ele acha que vai tudo continuar igualzinho? Desde que conversamos sobre o tema, eu tenho mantido a minha palavra (por mais que algumas vezes tenha ficado numa dúvida cruel...) Eu acho que se ele realmente fosse alguém digno para se casar comigo não iria. Não iria e ponto final. Eu sinceramente acho que ele me deve isso.
E continuo achando o que disse acima.
Mas...
Eu sei que ele vai. Ele não faria algo assim por mim. Nunca. Ele falaria algo: “eu não sou uma pessoa boa?” ou “eu não tenho feito você feliz?” ou “você deveria saber, são meus amigos há quase 30 anos...” e iria. Talvez pense que não há problema algum. Como no dia em que ficou completamente bêbado, ridículo, no dia em que eu realmente tive nojo e desprezo por ele. Bem, águas passadas (na realidade, não tanto...). De qualquer forma, ele vai. E eu não vou dizer uma única palavra quanto a isso. Acho que ao invés de ele se tornar digno para mim (meu pai diz que a gente não casa para mudar, a gente muda para casar), eu vou relevar...
É que ele acabou tirando um peso de cima de mim e até mesmo me ajudado a decidir. Sabe aquelas fantasias que temos que muitas vezes pensamos que seriam melhor ficar na fantasia? Não sei... Esse sol, esse verão, esse corpo bronzeado, suave, macio... Tem me dado uma coceirinha no dente...
Falando assim não parece muito legal, não é mesmo? O que eu estou pensando fazer pode até ser meio desproporcional com o que ele diz fazer. Mas... Eu não sei... Eu nunca vou saber. Assim como ele nunca me falou nada do passado dele (algo que eu desconheço completamente), ele nunca falaria o que eu eventualmente perguntaria. Mesmo que respondesse... Como eu vou saber se foi verdade? É claro que ele, se falar algo, sempre falará que nada aconteceu, que me ama, etc. Mas quem faz também fala assim...
Eu acho melhor pensar que o pior acontece e me preparar para isso, do que pensar que não houve nada e ficar eternamente na dúvida.
Lendo o que eu escrevi acima me veio uma dúvida. Por que é que vou casar, afinal? Ah, mas isso provavelmente é dúvida de antevéspera, daquelas que todo mundo diz que tem. Eu vou me casar porque, apesar de tudo, ele é uma boa pessoa, de quem eu gosto e nos damos bem, aliás, muito bem, diga-se de passagem. Eu poderia dizer que sou apaixonada por ele. Isso é verdade. Mas não disse porque a paixão ou mesmo o amor não significam casamento e nem impedem de que eu fique magoada com ele. Eu já me apaixonei antes. Já amei antes. Já fiquei magoada antes. Nem por isso me casei antes.
Bem, de qualquer forma... Hum... Estou realmente com vontade de fazer uma traquinagem... Só um pouquinho... E já sei como, onde, quando e com quem! Mas isso, para quem não participar, será como abacaxis azuis. Ninguém tem como saber como realmente é.
Ontem foi meu aniversário. Significa dizer que encerrei mais um ciclo e recomecei outro. Meu ano novo.
Meu ano passado foi bom. Tenho de dizer que foi realmente um bom ano. Financeiramente, profissionalmente, sentimentalmente, pessoalmente... Eu havia dito que o ano de 2007 seria o ano em que eu deveria me descobrir, saber o que eu queria para mim, do que eu gostava. Também seria o ano da acumulação de capital, de investimentos, de trabalho duro. Não posso dizer que não cumpri o que estipulei. Em relação a mim mesma, estou mais tranqüila e não porque tenha deixado de pensar “nessas coisas”, apenas porque estou aceitando muito mais algumas outras coisas.
Mas esse ano que passou foi o ano em que decidi investir no meu escritório e no dia do meu aniversário fechei um contrato que me permitirá trabalhar durante pelo menos todo o primeiro semestre do ano que vem! Foi o ano em que abandonei empregos, publiquei artigos, retornei ao blog “mediações”, realizei pesquisa. Comecei efetivamente a atuar na área que eu queria, ainda que haja muito para caminhar. Também foi o ano em que comecei a dar aulas, na faculdade. Ótimo para ganhar uma renda “extra”, pois o escritório ainda está engatinhando, mas não tenho porque não admitir que era isso que eu também queria fazer desde que me conheço por gente. Ou seja, no ano que passou eu realizei um de meus sonhos.
O ano que passou ainda teve muitos outros motivos para comemorar. Eu voltei à Ioga e já “evolui” um nível! Bem, evolução física, apenas, de posturas. Acabei descobrindo que tenho muita flexibilidade, mesmo com o nervo das minhas pernas um tanto curto pelo excesso de salto alto (nada que mais alongamento não resolva). Quanto à evolução “espiritual”, uau, ainda tenho muito que caminhar, pois esse foi um ano em que me senti particularmente nervosa, agitada, raivosa. E, como me disse minha mãe, sem motivo, já que tudo deu certo.
Especialmente 2007, ou melhor, meus 27 anos, vão ser lembrados como um ano em que eu disse “sim” ao meu querido consorte. Ok, não foi neste ano. Já estávamos noivos, ainda que não oficiais desde 16.12.2005, mas foi em 2007 que oficializamos tudo, que fizemos almoço entre famílias para celebrar, que marcamos a data do casamento, começamos a ver casas para morar e que simplesmente passamos a pensar em fazer uma boa festa para amigos... E por falar em amigos, foi um grato ano entre amigos, poucos, é verdade; poucas vezes, infelizmente, mas ainda assim, um bom ano lembrando e convivendo com quem eu amo. Eu ainda me sinto uma pessoa não muito boa para a convivência entre pares; ainda sou uma “matuta velha”, uma jeca, que tem medo de fazer amizades e formar vínculos justamente porque eles logo serão partidos. E eu ainda sou uma pessoa completamente sem paciência com um monte de coisas, mas... Quer saber? Eu me sinto bem assim... E vou deixar as coisas seguirem. Acho que sim.
E então chegou o meu ano novo! O ano em que eu tenho de aprender a me organizar melhor, a saber viver com o meu tempo, a “otimizar” meus horários. Acho que por isso estou louca atrás de uma agenda!! É que ainda me sinto meio “solta”, perdida, sem saber muito bem o que, como ou onde fazer. Na realidade, saber agora eu já sei. Eu ainda não sei como me organizar para fazer tudo.
De qualquer forma, confesso que esse novo ano que acabou de se iniciar parece um ano tão promissor e tão bom! Será o ano em que concluirei minha pós-graduação e começarei a pensar no mestrado, mas com calma, até mesmo para aproveitar os resultados da minha pós, para me aprofundar em alguns temas que me despertaram só agora, meio que no finalzinho. Será também o ano em que eu e meu caríssimo, minha eterna companhia, começaremos a receber nossos convidados, amigos, conhecidos, primeiramente com o nosso próprio casamento, depois em nossa casa (onde quer que ela seja), que deverá estar sempre aberta, a todos. E isso será ótimo, pois terei de exercer minha capacidade de sociabilidade. Particularmente vejo isso como oportunidade de me desenvolver e melhorar como pessoa. Espero que seja assim.
Ainda quero que seja o ano em que o escritório se firme. É verdade que sei que ainda não poderei ganhar dinheiro com ele. Isso é plano para 05 anos... Mas quero que, ao final deste ano, eu tenha a sensação de que estive no caminho certo; quero que haja uma atuação contínua e permanente, mesmo que, inicialmente, lenta. Meus 28 anos significarão ainda um ano de continuidade: eu quero continuar na ioga, quero estudar mais, quero continuar meus investimentos, quero continuar a estudar sobre investimentos (tesouro direto, ações, multimercado, renda fixa...). Contudo, além de continuação, quero que esse ano seja um ano de reinício, de purificação. Quero que ele seja o primeiro ano do resto da minha vida. Da minha nova vida. E isso significa muita coisa para mim.
Semana atribulada (como sempre) e a necessidade de aprender o dom de estar em três lugares ao mesmo tempo. Houve 03 seminários na cidade. Eu tinha de estar
Agora, pilhas de trabalhos para corrigir; produto final do escritório e a necessidade de pensar e repensar diversas estratégias e novos métodos.
Enquanto isso, lendo “conselhos para a noiva”...
Pois é... Quem diria... Estou noiva. Foi isso o que eu fiz durante todo esse tempo longe daqui. Eu fiquei noiva, marquei a data do casamento (29.08.2008), contratei cerimonial, fechei onde vou comprar o enxoval, estou procurando casa e quase todos os dias falo alguma coisa sobre esse tema recorrente: casamento! Bem, e quase todos os dias tenho de ver buffet, local da cerimônia, local da festa e pensar em quanto dinheiro eu não tenho...
É claro que nada disso eu fiz sozinha. O senhor digníssimo noivo, que não quer nem saber de adiar por mais um ano, tem participado de quase tudo.
E é assim que as coisas estão.
Fora isso, estou prestes a encerrar a pós. Graças a Deus! A partir de dezembro fico só por conta da monografia (para março) e o trabalho está indo. Pelo visto, vou ter de aumentar minha carga horária como professora para pagar o casamento, pois meu “escritório” apesar de já ter muito trabalho para fazer ainda não tem muito dinheiro. Aliás, ainda não tem nenhum dinheiro e, quanto a isso, é só prestar atenção: prestamos um serviço por R$ 4.000,00 e, depois de descontar imposto, honorários de contador, contas de telefone, papelaria, xérox e valor para fluxo de caixa (para o futuro) me sobraram R$ 400,00! E isso porque foi o melhor mês do ano! Agora pensa bem: 400,00 em Brasília! Onde só o cerimonial do casamento fica em torno de R$ 2.000,00. Onde o buffet fica por R$ 16.000,00 e onde o fotógrafo pode ficar por R$ 8.000,00... Ah, sim, já disse que o apartamento de
Bem, mas vamos indo. Eu estou feliz.
ps: frase da minha irmã quando soube do casamento: "rá, ele conseguiu mesmo te convencer a casar?".
Já parou para pensar como nossa vida é regida por hábitos? Acordar sempre à tal hora, tomar o mesmo café da manhã, escovar o dente da mesma forma, ir para o trabalho pelos mesmos caminhos, agir da mesma forma em todas as questões... Voltar para casa, no final da noite, e dormir exausto, mas como se nada se tivesse feito.
Durante essas semanas tenho prestado especial atenção em mim mesma quanto a isso. O que tem me ajudado é um livro besta, sem muita noção, mas que teve o condão especial de me fazer ver que, apesar de eu dizer que não gosto de rotina, tenho hábitos terríveis e arraigados.
É claro que há hábitos bons, rotina construída, como escovar os dentes todos os dias, ou almoçar... Mas há outros não muito bons, como tomar sempre o mesmo caminho para casa (que não nos permite pensar, viver o momento, aprender mais) ou comer sempre as mesmas coisas.
Então, preocupada com isso (com os hábitos que não me ajudam de verdade, que não me fazem melhor) passei a seguir as instruções do livro. A primeira semana foi fácil e muito esclarecedora e divertida, até!
Comecei “aproveitando” o feriado do 7 de setembro, viajando para um hotel fazenda onde fui passear de charrete, comer doce de leite, fazer arvorismo e descer de tirolesa. Sabe que eu A-DO-REI arvorismo? Não, simplesmente amei... E estou morrendo de vontade de fazer de novo. E a tirolesa? Hum... deveria ter ido mais vezes...
Depois, passei um dia inteiro sem ver TV. Isso não é muito difícil, para mim, mais por causa do tempo do que por gosto. Daí que escolhi um dia em que eu realmente tinha o costume de ver TV: o domingo, à noite, meio como um descanso, uma preparação para ir para a cama. Pois bem, nesse dia, nada de TV.
Que coisas mais eu fiz de diferentes? Fui ao cinema quarta-feira à tarde, sozinha. Escrevi uma carta (sabe quanto tempo eu não fazia isso?), passei um dia sem tomar café, justamente no dia em que várias pessoas me ofereceram e em que eu saí com uma amiga para um... Café! Caminhei durante 15 minutos (verdade que, nesse caso, foi mais uma caminhada ao sol quente, nem tão legal assim, mas, nesse dia minha opção era caminhar depois das 23 horas... hum... acho que vou fazer isso amanhã!). Acordei 01 hora mais cedo e aproveitei todo o dia, deu tempo para fazer tudo! Fiz uma lista do que eu “consegui” daqui a um ano (essa foi meio complicado, porque eu sempre faço essas listas...), pratiquei uma boa ação para uma pessoa (essa é segredo). Tomei sol numa manhã de 2ª feira. Além de ser mais assertiva / menos assertiva e mudar meu comportamento
Essas coisas são muito bobas, mas nos fazem perceber o quanto os hábitos estão na nossa vida. Ou pelo menos, na minha vida. E o legal de tudo isso é que me sinto menos cansada no final do dia do que me sentia antes (sim, eu continuo sentindo sono, mas ele está mais fácil de ser deixado de lado ou, ao contrário, seguido: eu simplesmente posso dormir!) e ainda consegui cumprir toda a agenda planejada! Ou seja: eu fiz coisas diferentes, percebi algumas coisas em mim e ainda consegui cumprir o que deveria ser cumprido.
Legal, não?
Olá, há quanto tempo! Como você está?
Bem, eu poderia dizer que estou bem. Sim, eu estou bem, mas sei que poderia estar melhor. Não posso dizer que haja problemas, porém eu sinto que as coisas estão meio “enroladas”. Na realidade, tudo isso é meio culpa minha mesmo. Mas não sei onde perdi o fio da meada...
Sabe do que me lembrei agora? De uma conversa com uma médium amiga de família, que me disse que um ex-namorado meu havia feito um “trabalho” para mim, colocando uma foto minha numa garrafa e entregue para um homem “parecido com um índio”, para todas as coisas na minha vida darem errado. Engraçado... É claro que, sob orientação dela, segui os devidos preceitos. Mas isso não vem ao caso, porque, na realidade, não há exatamente nenhum problema...
Eu me sinto meio perdida e meio sem as “rédeas” da vida. O que é um grande erro meu, para ser sincera. É que eu tenho medo do futuro e não sei o que fazer, que decisões tomar, em que investir. É estranho... Sei que parece que eu estou decidida em um monte de coisas. Talvez para os outros eu esteja mesmo, mas para mim... Eu fico a todo instante pensando: “e se eu tomar tal decisão? E seu tivesse feito isso?” É horrível, não? E eu ainda escuto os outros, os conselhos, as idéias que têm de mim, o que dizem que eu tenho ou não de fazer. E fico na dúvida, mais ainda, principalmente se não concordam comigo. E aí eu vejo os demais e fico na dúvida se terei o mesmo futuro ou não, se estou no caminho certo ou não. Eu até poderia seguir exatamente os mesmos passos...
O que é que eu quero? Ah, tanta coisa... Acho que quero meio que abraçar o mundo: uma boa vida, boa casa, amigos, trabalho intenso e com prazer, férias eventualmente e tempo para me dedicar a pequenos prazeres. E às vezes acho que não vou ter isso, não. Pelo menos, ultimamente eu tenho achado que não e as dúvidas têm existido, sim. E, para complicar, não tenho como falar.
Bem, para quem falar eu até tenho, mas... Certo, esse é mais um problema... Eu não sei mesmo me abrir para os outros. Mas também me pergunto: pra quê? O que é que as pessoas podem mesmo me dizer? Podem decidir por mim? Não vão aumentar ainda mais as dúvidas? Pra que diabos eu preciso me preocupar com mais isso na vida?
Talvez porque eu ache que o tempo está passando e boa parte do que eu queria fazer não poderá sê-lo. Sei lá... Para ser sincera, as coisas estão boas sim. Eu é que não estou sabendo vivê-las, aproveitá-las ou simplesmente deixar a vida me levar... E aí eu continuo na mesma: como é que posso aprender isso?
Acho que o grande problema de tudo isso é minha impaciência. Quero tudo rápido! E dá-lhe ioga. Enquanto isso, vamos indo, né? Indo? Sabe, não... Não quero mais isso. Quero seguir pelo caminho certo.
Ah, você deve estar cheia de ouvir isso, não? Bem, então eu vou fazer isso agora: seguir o caminho, ok? Bjos saudosos!
Às vezes eu realmente não gosto de mim. Não gosto das minhas dúvidas, dos meus sofrimentos, das minhas sensações e dos meus sentimentos. Acho que talvez todos passamos por momentos assim e depois nada, mas, ainda assim, esses momentos me deixam muito desgostosa de mim.
Eu não gosto do que eu aparento aos outros. Normalmente, não. Sei que muitas vezes dou a impressão de ser prepotente, autoritária, metida, esnobe... E quanto mais eu tento melhorar essa impressão, mais as coisas pioram! Parece que eu SOU assim... E o pior é que, não, não sou... E sofro por parecer ser...
E tudo em mim dá a aparência de que as coisas são assim, de que sou assim. É o meu jeito de falar ou o meu jeito de ficar em silêncio; é o meu jeito de ficar triste ou o meu jeito de ficar alegre; é o meu jeito de andar; é o meu jeito de pensar, de refletir, sonhar. É tudo em mim que afasta as pessoas, que me faz parecer um ser não humilde, que “se acha”, alguém de quem as pessoas simplesmente não se lembram... Ou não querem lembrar... Enquanto eu, simplesmente... Estou sofrendo por dentro.
Às vezes... Sei lá... Parece que todo mundo tem coisas demais a dizer de mim e que eu tenho coisas demais a apreender, parece que eu só tenho isso, que eu não sou realmente uma pessoa querida, com quem as pessoas gostariam de estar perto. Dura, intransigente, “de mal com a vida”...
Será que eu realmente sou assim?
O que eu preciso para não ser assim?
Talvez eu possa considerar que eu me preocupo demais com o que os outros pensam ou deixam de pensar. E simplesmente passar a considerar que “não me importa o que os outros pensam de mim”... Mas... Aí... Eu não estaria exatamente sendo o que eu estou tentando não parecer ser? Não sei...
Eu apenas não sei. Eu só sei que dói muito saber como os outros me vêem. Dói mesmo. Principalmente quando, em momento algum, eu quis demonstrar isso; principalmente quando, a todo momento, estou tentando mostrar justamente o contrário.
E é isso. Às vezes eu realmente não gosto de mim. E me acho um ser desprezível, de quem realmente as pessoas não têm porque gostar.
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| Como vê a vida... |
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As montanhas , indicam que você é sobretudo prático, tem senso de justiça, os pés no chão e conquista as pessoas pela sua honestidade. Uma prova disso é a sua atitude quando alguém pede ajuda para resolver um problema. Antes de tomar qualquer partido, ouve as partes envolvidas. |
| A pessoa dos seus Sonhos |
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Se escolheu a garrafa é ambicioso, inteligente, prático e quer um companheiro que o ajude e batalhe ao seu lado, mais do que, amor ou paixão, você procura companheirismo e um parceiro esperto, bem disposto e colaborador. |
| Será que quer um compromisso sério?... |
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Você não vê a hora de encontrar a pessoa certa, ou estando com alguém não tem problemas em se envolver. |
| Os limites da Paixão... |
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O lago reflecte o seu desejo de querer ver-se livre de relacionamentos superficiais. Porém, só quando encontrar alguém muito especial, é que vai mergulhar de cabeça. |
| Acerca do Futuro... |
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Se viu a chave antiga, mostra que você tem garra e uma vontade ilimitada de aprender tudo o que puder e que vai atrás e luta pelos seus objetivos. |
| Quem é que não tem ambição? |
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A cabana é a visão de uma pessoa realista sobre o seu próprio futuro e que tem os pés firmemente assentes no chão. E provavelmente vencerá em qualquer actividade usando o esforço próprio. |
| Quando é que o sucesso chega? |
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Se você olhou pela janela, é porque tem medo de falhar e por isso, desiste de tudo, sem pelo menos tentar. |
| Medo de... |
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O gnomo é o retrato de uma pessoa preocupada com que os outros vão pensar dela, como os outros vão reagir se disser ou fizer coisas que elas não gostam ou não aprovam. Afinal para quê tanto medo de não ser aceite? |
| O EU mais profundo... |
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Ao escolher o jardim , provou que é maduro, honesto, sensível e dono de uma inteligência privilegiada. Não é a toa que todos confiam em si de olhos fechados. |
OK, a pós-graduação continua, são mais de 400 horas, quase o mestrado, deve terminar ano que vem, somente.
Agora tem também consultoria para o PNUD, claro, na área de negociação e mediação. Não é isso que eu quero fazer? E lá vamos nós organizar apostila, pesquisa, aula... Tudo em prol de se montar o Centro de Medição do Tribunal.
Para completar, temos também as aulas... Sou professora também. Sei lá como foi essa história direito. Eu mandei currículo para uma coisa, veio para outra. “A sra. não gostaria de dar aulas?”
E os projetos? A pró-mediação tem ido. Dinheiro ainda não entrou, não. Mas trabalho!! Temos o projeto Mediação Carteiro Cidadão, o projeto Mediação Escolar, o projeto Mediação Laboral e o projeto fim: Núcleos de Mediação Social... Talvez em parceria com a faculdade onde estou agora trabalhando.
Para completar, há a outra pós... Dessa vez para organizar uma pós-graduação em negociação e mediação. Nada maus, não?